Keli Freitas

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Keli Freitas

1983, Três Corações – MG, Brasil - é atriz, escritora, pesquisadora e dramaturga. Graduanda em Letras – Formação do Escritor pela PUC – Rio, acaba de cursar um semestre em intercâmbio com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Há 10 anos colecionadora de cartas compradas em feiras de antiguidades, é pesquisadora da escrita ordinária cotidiana. Seu projeto Museu Particular de Esquecimentos Privados foi contemplado pelo Programa de Estímulo à criação Experimentação e Pesquisa Artística 2016, da Faperj (Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), com orientação do professor Fred Coelho (PUC-Rio). O projeto está atualmente em desenvolvimento.

É criadora  e diretora artística do projeto CARIMBARIA, no qual transforma em carimbos fragmentos da correspondência privada de anônimos (Instagram: @carimbaria).  A convite do Sesc Santana – SP, realizou em 2017 a primeira exposição pública do projeto, em parceria com a artista Elsa Romero. A exposição, intitulada Mamãe Continuamos Na Mesma, ficou em cartaz no Foyer das Artes do Sesc Santana, na cidade de São Paulo,  Brasil, de Fevereiro a Julho de 2017.

Como Bolsista de Iniciação Científica (PIBIC), desenvolveu de 2015 a 2017 as pesquisas Correspondências Literárias e Correspondência e Diário - Rastreando Escritas Literárias, sob orientação da professora Marília Rothier Cardoso (PUC-Rio). O trabalho recebeu o prêmio Destaque de Iniciação Científica de 2017, como melhor trabalho de Iniciação Científica da Categoria IC do Centro de Teologia e Ciências Humanas apresentado no XXV Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da PUC – Rio.

Indicada ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2015 na categoria Melhor Texto Nacional Inédito por Consertam-se Imóveis, é  também autora de :

Fã-Clube (2012), com direção de Renato Livera;  

Como Encontrar Uma Pessoa Que Não Sabemos Quem É Num Lugar Que Não Sabemos Onde Está (2013), dir. de Diogo Liberano;

Nós de Borboletas (2013), adaptação do livro Nós, de Eva Furnari, direção de Emílio de Mello e Cristina Moura;  

Concreto Armado (2014), escrito em parceria com Diogo Liberano e Cia de Teatro Inominável;

EPA – Estudos para quase nada (2015) e Óikos (2014) (Indicado ao Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Texto 2014), junto à Cia Os Bondrés, ambos com direção de Fabianna de Melo e Souza;

Escreveu e dirigiu  o Concerto/Espetáculo “Manhã de Domingo”, junto à Orquestra Johann Sebastian Rio, que tem direção artística de Felipe Prazeres. O concerto estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Junho de 2015.

Atriz formada pela Cal (Casa das Artes de Laranjeiras - RJ) em 2003, trabalhou nos últimos anos ao lado de alguns dos mais importantes encenadores brasileiros, como Aderbal Freire-Filho, Enrique Diaz, João Fonseca, Pedro Brício, Jefferson Miranda, Paulo de Moraes, Cristina Moura, Antônio Abujamra, Dani Lima, além de Tiago Rodrigues (Portugal) e Lola Árias (Argentina).

Foi colunista do site de escritores Ornitorrinco durante 4 anos.

Em 2014, escreveu e dirigiu o curta documental Manual de Instrucciones para Recuerdos Perdidos, dentro do workshop El Documental de Creación, na Escola Internacional de Cinema e TV (EICTV – Cuba)

Em 2016 criou, juntamente com Eva Randolph, a webserie O SUPLETIVÃO onde é responsável pelos roteiros e direção dos episódios.

Atualmente vive em Lisboa, onde dá aulas de expressão dramática para crianças e integra o Laboratório de Escrita para Teatro do Teatro Nacional Dona Maria II, sob supervisão de Rui Pina Coelho.

 

Artista
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